Degluti o livro de Zeca de um só gole. É desses livros que quando você começa a ler não dá vontade de parar. E quando acaba fica aquele gosto de “quero-mais”. De leitura agradável e leve, mas sem despencar nem para o coloquial simplório e nem para o formal erudito, o livro se presta às cabeceiras mais apuradas e às menos exigentes, para releituras aleatórias, a qualquer tempo.
Talvez devido à conterraneidade (permitam-me o neologismo) algumas crônicas me transportaram a lembranças de infância e mocidade, das coisas de nossa terra, boas de relembrar.
A melhor definição que ouvi do livro e de seu autor veio de Dona Marilú, companheira de mais de 45 anos: “- Ele conta as coisas do jeito que a gente gostaria de contar e de ouvir”.
Eis um bom livro. Um bom presente de Natal.
Talvez devido à conterraneidade (permitam-me o neologismo) algumas crônicas me transportaram a lembranças de infância e mocidade, das coisas de nossa terra, boas de relembrar.
A melhor definição que ouvi do livro e de seu autor veio de Dona Marilú, companheira de mais de 45 anos: “- Ele conta as coisas do jeito que a gente gostaria de contar e de ouvir”.
Eis um bom livro. Um bom presente de Natal.
"Em treze anos de carreira, Zeca Baleiro mostrou sua verve afiada e lírica em canções espalhadas por doze discos autorais e vários projetos paralelos. Agora, revela ao público sua mais nova faceta - os textos que escreve desde 2005 no seu site, 'mais à guisa de blague que de blog', e por ele batizados de reflexões de boteco.
Música, literatura, cinema, comportamento, religião e gastronomia são alguns dos temas abordados em Bala na Agulha. Há lugar ainda para memórias sentimentais da infância e da adolescência. Completam o livro dois capítulos de poemetos, aforismos e provocações, onde Baleiro mostra-se um crítico implacável da sociedade contemporânea, sem todavia perder a necessária ternura."


