“Hoje não sei se acredito em um ideal.
Também não me lembro quando menino ou se quando velho... ou preto velho.
Quando um grupo de amigos se reúne para montar uma obra, seja ela prima, sobrinha, enamorada e tal... uma obra, acontece algo como ‘Quando Dorme Alcântara’.
Cururupu, Alcântara, São Luís, Icatu, Rio, São Paulo... Maranhão e tantas outras estradas.
Que bom trazer, metaforicamente, na bagagem alguns quilos de terra, litros d’água, polpas de fruta, acordes de violão, a ginga e o toque dos tambores...”
Também não me lembro quando menino ou se quando velho... ou preto velho.
Quando um grupo de amigos se reúne para montar uma obra, seja ela prima, sobrinha, enamorada e tal... uma obra, acontece algo como ‘Quando Dorme Alcântara’.
Cururupu, Alcântara, São Luís, Icatu, Rio, São Paulo... Maranhão e tantas outras estradas.
Que bom trazer, metaforicamente, na bagagem alguns quilos de terra, litros d’água, polpas de fruta, acordes de violão, a ginga e o toque dos tambores...”
- Quando Dorme Alcântara (2002)


