REPORTE LINKS INOPERANTES CLICANDO AQUI: MúsicAmiga
Música de Abertura: "Maranhão, Meu Tesouro, Meu Torrão", de Mano Borges

sábado, 25 de março de 2017

Alcione

Alcione Dias Nazareth é, sem sombra de dúvidas, o maior expoente musical do Maranhão e, talvez, a maior sambista do País.
Alcione canta desde criança. Sua primeira apresentação foi aos doze anos de idade.

Seu primeiro disco foi em 1973. Um compacto simples, da Philips, com as músicas Tem Dendê (Reginaldo Bessa e Nei Lopes) e Pinta de Sabido (Capoeira e Rubens).
o seu primeiro LP, A Voz do Samba,  foi lançado pela mesma etiqueta em 1975, com doze faixas, a saber:
01 - História de Pescador
02 - O Surdo
03 - Acorda, Que Eu Quero Ver
04 - Aruandê
05 - Batuque Feiticeiro
06 - Espera
07 - Não Deixe O Samba Morrer
08 - Etelvina, Minha  Nega
09 - É amor... Deixa Doer
10 - Todo Mundo Quer
11 - Até o Dia de São Nunca
12 - Samba em Paz - A Voz do Morro
São essas duas preciosidades que trazemos hoje até você.
Abrace:

quinta-feira, 23 de março de 2017

Lamartine Babo

Amigos, o Carnaval deste ano já se foi. Mas não custa nada relembrar os Carnavais de outrora, principalmente quando se trata de um achado desse quilate. Lamartine Babo foi o Rei do Carnaval Carioca e um de seus maiores compositores e intérpretes.
Aqui se reúnem seus maiores sucessos.
Abrace:
- Carnaval de Lamartine Babo (1955)

terça-feira, 21 de março de 2017

Conservatório Pernambucano de Música

Amigos, o Conservatório Pernambucano de Música, através de seu Curso de Teclado, nos brinda com esse primor, com essa viagem pelo mundo através da Música.
Trata-se de conjunto formado por alunos, com as participações especiais de Allan Montarroyos (teclados) Filipe Johnson (violino) e Rita Rios e Wellington Moura (voz).
É uma obra de arte. Perfeito!
Abrace:

Banda Miragem

A Banda Miragem surgiu na Cidade de Pinheiro, na Baixada Maranhense. Vem fazendo sucesso por lá e por outras plagas.Bem animada.
Curiosidade: no CD aqui apresentado há em sua capa a indicação de uma participação especial. No entanto a música não consta do repertório.
Saiba mais sobre a Banda: Facebook
Abrace:

domingo, 19 de março de 2017

Hino do Maranhão

CANTE, COM ORGULHO, O HINO DA SUA TERRA!
Letra de Antônio Baptista Barbosa de Godois.
Música atribuída a Antônio dos Reis Raiol.
I
Entre o rumor das selvas seculares,
Ouviste
um dia no espaço azul, vibrando,
O
troar das bombardas nos combates,
E,
após, um hino festival, soando.
  Estribilho
Salve Pátria, Pátria amada!
Maranhão, Maranhão,
berço de heróis,
Por divisa tens a glória
Por nome, nossos avós.
  II
Era a guerra, a vitória, a morte e a vida
E,
com a vitória, a glória entrelaçada,
Caía do
invasor a audácia estranha,
Surgia do
direito a luz dourada.
  III
Quando às irmãs os braços estendeste,
Foi
com a glória a fulgir no teu semblante
E foi
sempre envolta na tua luz celeste,
Pátria de heróis, tens caminhado avante.
  IV
Reprimiste o
flamengo aventureiro,
E o forçaste a no
mar buscar guarida
Dois séculos depois, disseste ao luso:
- A
liberdade é o sol que nosvida.
  V
E na
estrada esplendente do futuro,
Fitas o olhar, altiva e sobranceira,
Dê-te o
porvir as glórias do passado
Seja de
glória tua existência inteira.
O Hino maranhense lembra:

  • Na primeira estrofe, a batalha de Guaxenduba, contra os franceses;
  • Na segunda, a expulsão dos franceses e a vitória do direito a favor dos portugueses;
  • Na terceira, o passado de glórias do Maranhão e seus heróis;
  • Na quarta, os dois primeiros versos lembram a expulsão dos holandeses e os dois últimos a adesão do Maranhão à Independência do Brasil;
  • Na quinta, o poeta pede que o futuro ao Maranhão, por toda a vida, as mesmas glórias do passado
Disponibilizamos para vocês duas interpretações: uma curiosa, pelo Bumba-meu-boi de Pindaré e outra, marcial, pela Banda da Polícia Militar do MA.
Abrace: 

4 Maiorais

RELÍQUIA
Amigos, aqui ofereço para vocês um pequeno achado da música brasileira: um compacto duplo, em 45 RPM, com as maiorais de 1960.
Imperdível!
Abrace:

sábado, 18 de março de 2017

Canto Cerrado

A MÚSICA DE BRASÍLIA
Ludmila Vinecka (violino) - Natural de Praga, República Tcheca. Diplomou-se no Curso Superior de Violino do Conservatório daquela cidade. Depois de passagem pela Orquestra Filarmônica de São Paulo e Sinfônica de Porto Alegre, fixou-se em Brasília, onde venceu o concurso para spalla da Orquestra do Teatro Nacional Cláudio Santoro.
Guerra Vicente (violoncelo) - Nascido no Rio de Janeiro, graduado em 1964 pela Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil (atual UFRJ), onde obteve, também, o prêmio Medalha de Ouro. De 1964 a 1968, fez aperfeiçoamento no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris. De 1972 a 1998, foi professor da Universidade de Brasília, onde implantou o curso de violoncelo.
Jairo Mozart (violão e voz) - Músico, compositor, intérprete e artista plástico, é paraibano de João Pessoa, onde iniciou seus estudos e sua carreira artística. Com vários CDs gravados, suas composições resultam de uma extensa pesquisa sobre ritmos tradicionais nordestinos e de influências da cultura musical de outras regiões brasileiras e de países andinos e caribenhos. (Saiba mais: https://www.jairomozart.com)

"O CD Canto Cerrado é uma homenagem à diversidade que se fez presente no Planalto Central brasileiro, a partir da segunda metade do século XX, e um grito pela preservação desta diversidade, tanto cultural quanto ambiental, que torna o cerrado desta região um dos mais ricos do país.
Buscando uma síntese da cultura musical que se instalou no Distrito Federal, o repertório é composto por um mix de melodias e ritmos originados de diferentes regiões do Brasil e que refletem a diversidade cultural resultante de um processo de colonização comandado por vários países europeus. No desenvolvimento da cultura brasileira, essas tradições europeias foram agregadas às dos povos indígenas brasileiros e africanos, criando este valor brasileiro, criando este valor brasileiro que é a diversidade cultural de seu povo.
Composições com ritmos de maracatu, repente, aboio, guarânia, xote, bossa nova, acalanto,caboclinho, balada rock, entre outros, ganham arranjos com uma roupagem erudita, tornando este trabalho, ao mesmo tempo, preservacionista e inovador no contexto da música popular. Além disso, as letras e a ambientação sonora presentes nos arranjos agregam à música o valor de veículo de conscientização ecológica em relação à cultura e ao meio ambiente do Planalto Central." (Encarte)
Abrace:
- 2002 - Acústico

quinta-feira, 16 de março de 2017

Humberto do Maracanã

SAUDAÇÕES, LIRA DE OURO!
A tradição é entrega, de geração para geração: saberes que se renovam nos ritos, labuta, escola, no campo, na cidade, onde quer que o homem interaja com os pares do seu grupo, crianças ou adultos, na constância do processo de aprender/ensinar, transmissão às vezes inconsciente, sempre conquistada pelos mais jovens, vendo, fazendo e aprendendo. Foi tudo o que fez há 30 anos Humberto Barbosa, ao encetar o maracá, sua Lira de Ouro, como bem o batizou, para estrear humilde e timidamente, talvez até sem dimensionar a grandeza da luta que travaria ao lado de tantos companheiros tão ou mais abnegados que ele, pelo brioso Boi de Maracanã, bem como contra alguns que se opunham como adversários na cena artística e os que se punham como inimigos no ringue da rivalidade surda e sem sentido que muitos cultivam na escuridão da mente e no cotidiano da ignorância.
            Mas vitorioso hoje, vê-se e aplaude-se, não Humberto, o Amo, o Guriatã, é toda a comunidade Maracanã, que com ele interage em simbiose de sonhos, que faz um sonho do outro sonhar! Eis a razão do sucesso: viver por inteiro, corpo, carma e alma, no chão do terreiro poético cujo húmus nutre cada verso do compositor atilado que vive a arar com poesia e a plantar sonhos, para colher os louros e aplausos com que se rejuvenesce a Nação Maracanã, quemuito não se limita à geografia do povoado secular. E o exemplo mais viçoso e motivo de orgulho particular do Guriatã são os três Rebentos de Luz iluminando o terreiro com a poesia aprendida e recriada no estro de cada um, como se renova em cada um que ouve seu cantar no alto da palmeira da vitória. A obra imortaliza o homem. Nós te saudamos trinta vezes, Humberto do Maracanã. Parabéns!
Jeovah França

Humberto Barbosa Mendes faleceu no dia 19 de janeiro de 2015, aos 75 anos de idade. Deixou um legado de tradição e cultura do Bumba-meu-boi do Maranhão. Este disco reflete toda sua verve. Imperdível! Uma relíquia.
Abrace:

terça-feira, 14 de março de 2017

Papete

No ano passado, mais precisamente no dia 26 de Maio, alçou voo para plagas inatingíveis José de Ribamar Viana, nosso Papete, um dos exponenciais da música maranhense.
Deixa-nos um legado precioso, com pérolas de sua autoria e outras de outros.
A que aqui disponibilizamos é, talvez, seu trabalho mais difundido e mais cantado.
Abrace:

Rita Ribeiro

Essa é maranhense do fundo do cofo: nasceu em São Benedito do Rio Preto, ali pras bandas de Belágua.
Aos dois meses de idade foi para São Luís (MA). Nos anos 80, cantava no grupo vocal Vira Canto e fazia backing vocais para Chico Maranhão e Josias Sobrinho. Ainda no Maranhão, Rita participou também do grupo folclórico Boi Barrica. Em 1989, diante da falta de perspectivas de seu estado, foi para São Paulo estudar canto com Ná Ozzetti e Madalena Bernardes.
Após quase oito anos fazendo shows na noite paulista, testando repertório e arranjos, Rita lança em 1997 o seu primeiro CD, "Rita Ribeiro", pela gravadora Velas. O disco foi produzido pelo paulista Mário Manga e pelo também maranhense Zeca Baleiro, que assina 5 das 14 faixas, inclusiveLenha”, que fez sucesso (e mais tarde foi regravado por Simone). Em 1999, a cantora lançou seu CD, "Pérolas aos Povos", pela MZA, mantendo a mistura de elementos de música tradicional e influências mais modernas que caracterizavam o seu primeiro trabalho. O disco foi lançado também nos Estados Unidos (acompanhado de uma turnê), pelo selo nova-iorquino Putumayo. No mesmo ano a cantora se apresentou no Festival de Montreux, na Suíça.
Em 2002 lança seu CD, Comigo, pela MZA Music com produção de Marco Mazzola, co-produção de Rita Benneditto e Pedro Mangabeira, mostrando uma cara mais pop mesmo quando interpreta temas regionais.
Em 2006 lança seu quarto trabalho, o CD Tecnomacumba lançado pela Manaxica Produções com distribuição da Biscoito Fino.
Em 2012, adotou o nome artístico Rita Benneditto, em homenagem ao sobrenome de seu pai e à sua cidade natal.
Aqui, o primeiro álbum da conterrânea:
Abrace:

Aviso aos Navegantes

Aos amigos seguidores e apreciadores do nosso sítio: estamos retomando as atividades, após quase seis anos.
Nossa intenção continua a original: divulgação da música brasileira de qualidade e, em particular, das músicas e coisas do Maranhão.
Começamos refazendo todos os links, agora utilizando um novo arquivo para os downloads, além do MediaFire: o MEGA.
TODOS OS LINKS ESTÃO ATIVOS!
Aguardem novas postagens com novidades.
Um Grande Abraço!
CunhaCarneiro

quinta-feira, 31 de março de 2011

XVI Encontro de Gigantes

Toadas de Amos. Encontro dos grandes amos de bois do Maranhão, cada um com sua tradicionalidade, sotaque e estilo próprios. Para os aficionados, brincantes e colecionadores, uma preciosidade. Abrace: - XVI Encontro de Gigantes (2007)